terça-feira, 27 de outubro de 2009

E nossas conversas

Sim, uma coisa interessante que vale muito a pena e já se provou extremamente eficaz, até mesmo nesse terceiro mês de gestação, é conversar com o bebê. Parece só uma barriga sem volume algum, sem sensação nenhuma. O teste realmente funcionou na noite anterior à última ecografia. Eu pedi muito que durante a ecografia o bebê mostrasse que estava tudo bem, porque eu ainda não podia sentir os movimentos dentro de mim. Resumindo, foi até meio difícil fazer a ecografia já que a imagem não conseguia se definir de tanto que ele se movimentava!!
Resolvi pesquisar algumas coisas. E olha o que achei:
O ambiente intra-uterino é o primeiro universo que o ser humano conhece e onde se originam as primeiras percepções que irão determinar o modo como ele se relacionará com o mundo aéreo, especialmente na primeira infância.
Tudo o que acontece durante esse período é esquecido ao nascer, porém fica registrado no inconsciente. Ao vivenciar situações semelhantes, a criança atuará segundo os mesmos padrões de comportamento adquiridos na vida gestacional.
Estruturalmente, o embrião humano já vem programado para a linguagem desde a concepção. Muito antes de ouvir, o que ocorre por volta do terceiro trimestre de vida pré-natal, o feto capta as vibrações dos sons das palavras emitidas pela voz materna, com todas as emoções que as acompanham.
Neste momento, se a gestante conversar com seu filho, esclarecendo o que está ocorrendo, como está se sentindo e como se sente em relação a ele, libera os sentimentos, principalmente os mais negativos e diminui a intensidade da angústia, mantendo-se dentro de certo equilíbrio emocional, o que certamente será percebido por ele, pois o ambiente uterino tornar-se-á menos agressivo e, portanto, mais neutro.
Durante os meses de gravidez, o feto está diretamente ligado a tudo o que a mãe pensa, sente e fala a seu respeito. Em certo nível, estão em comunicação direta e permanente. Ele sente as mesmas emoções que ela e é por elas moldado. Aqui entra, desta forma, a importância do ambiente social e familiar mais próximo, em especial, a figura paterna. Se tudo o que toca a mãe, toca-o também, muito cedo o feto percebe a influência que o pai exerce sobre ela e, conseqüentemente, sobre ele.
(Guia do Bebê)
Quanto a mim, continuo nas nossas mais interessantes e íntimas conversas. Já ensino sobre como é a vida aqui fora. Sobre todos os passeios e lugares que iremos conhecer. E o quanto eu quero meu filho sempre do meu lado. Sim, feliz a cada novo segundo. E procurando todas as formas de transmitir isso!!

5 comentários:

Moni Thomé disse...

Que lindo...

Nós três precisamos combinar mais coisas pra fazer juntas!!! Hehehehe

Só não concordei com a parte do texto em que tu fala em "barriga sem volume algum"... acho que já está com um baita volume!!! Poderia ter até 2 aí dentro!!!


Um grande beijo!!!

Mari Thomé disse...

Tem volume sim, Moni. Mas ainda não consigo sentir o bebê.

Nós duas te esperamos aqui em casa sempre que quiseres vir! Estou louca por um sorvete de uva :P

Jamila disse...

Isso mesmo! Conte ao bebê como ele é desejado, esperado, amado e querido... Ensine de tudo que com certeza ele será uma pessoa do bem! Beijos

Paula disse...

Tem que cantar muito para o bebê. Quando nos encontrarmos, vou te mostrar gravações de como o bebê ouve lá dentro música aqui de fora. É lindo demais. Ah! E o papai não pode fugir.

Há controvérsias sobre quando a criança passa realmente a ouvir, tem teorias para todos os meses, mas... para garantir, começa agora.

Nessita! disse...

É o que eu penso: sou os olhos, os ouvidos e a boca do meu baby, é por mim que ele sente o mundo exterior. Qto mais tranquilas estivermos, melhor eles estarão tb. :)

4 meses hoje!

beijocas